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segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Amor, dor e sábados tristes.

"Será que algum dia já recebemos amor? Como receber uma ação que nós mesmos temos de fazer? Amor é coisa que não se recebe. Quando uma mulher oferece amor para um homem, ele recebe carinho, cuidado, toque, mas não amor. Quando um homem ama uma mulher, ela pode sentir paixão, acolhimento, segurança, mas não amor. Amor é coisa que se dá"

Incrível como eu tentei, tentei achar alguma inspiração pra escrever nos últimos meses. Não consegui. Mas os momentos mais tristes, não sei porque, tendem a me dar vontade de escrever. Talvez seja realmente a melhor maneira de colocar tudo pra fora, sem machucar quem está por perto e, melhor ainda, poder apertar o backspace quando as coisas não dão certo.
Fico me perguntando se é preciso, realmente, que alguém que nós gostamos tenha que morrer ou ir pra longe, pra que a gente aprenda a valorizar as pessoas, os bons sentimentos. E dizer algo que muitos julgam não ser importante falar com as palavras e sim sentir. O amor. Ok. Se não fosse tão importante mesmo, por que ficamos com esse sentimento de vazio quando não temos mais a oportunidade de dizer o quanto amamos alguém e o quanto esse alguém pode ser importante em nossas vidas?
Vai ver que precisamos mesmo de palavras, de sentir o amor como um verbo - ainda que de maneira intransitiva, inassumida, por horas unilateral, não?
 Por que esperar que sábados tristes como esse passem, pra que a gente tome um choque de realidade na segunda e ver o quanto a vida é pequena? Talvez depois de ler esse texto você ou outro alguém possa não estar aqui pra se dizer o quanto se ama, o quanto alguém te agrada. Talvez seja tarde pra reconhecer que, apesar de cheio de defeitos, ou de não corresponder seu sentimento com a mesma intensidade, nem por isso esse alguém passa ser menos importante na sua vida.
Antes eu me sentia incomodada quando alguém dizia me amar. Já me perguntei várias vezes se era eu que não sabia amar direito - mas um grande amigo me disse que não existe amar direito, amar torto, amar errado. A gente simplesmente ama. E passar a ver o amor como algo que se dá talvez seja a chave pra que a gente não acorde num sábado qualquer e esse alguém já não esteja presente na segunda pra gente poder falar o quanto o ama, ou poder listá-lo em um comentário no facebook, twitter, ou qualquer outra mídia social.

Não importa se você ama o seu cachorro, o seu amigo, a sua família ou o seu namorado. Ame. Só sei que ficar jogando o amor pro universo na prorrogação do segundo tempo é que talvez não compense muito.


(seguindo os conselhos de Maria Cristina Ribeiro)

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Retrospectiva Mal Feita.

Em 2009, a expectativa de todos era que 2010 honrasse seu nome e fosse, de fato, nota dez. Apesar do meu incrível pessimismo, tentei acreditar. E começou bem. Entre cursinho e colégio, fiz novos amigos, conheci gente nova. Mas o "meio do ano" começou como uma brincadeira de mau gosto - o ano que eu pretendia estudar muito (e até que estudei), foi o ano que tive mais doença (sem hipocondria barata, claro), e até cirurgia rolou. No entanto, como minha mãe me diz, vaso ruim não quebra. E a situação bizarra me fez parar pra repensar toda minha vida. Tudo bem que a minha primeira reação foi me afastar das pessoas que mais amava. Como Mel e Rafa, Larah, Paulo Henrique, Buby, Lícia, Mayana, Renas, Ace's e afins. Mas nem esse afloramento me impediu de criar novos laços, e ficar assistindo Ana Maria Braga em casa rendeu-me a maior aproximação com minha concorrente-colega de apartamento - jornalista por um dia (e para sempre) Naaaany; Rafabesti e seus conselhos infalíveis!, com Vânia e Brenda que ficaram o tempo todo do meu lado (nem que fosse pra tirar foto no meu leito com cracházinho de visitante), e mesmo longe, Cicinho, meu anão de jardim =D. E me aproximei de um menino besta, insuportável e gordo, o meu loFe *-*, DiogRo e nós, com muita garra, força e fé podemos encher o pulmão e dizer "caralho, a gente foi pro show de Los Hermanos!". Aaaaaaah ainda Gustavo, que me tirou das situações "broken heart" da vida \o/?
Gente, e as aulas de inglês onde, depois de conversar, o que eu mais fazia era ir pro fundo da sala e dormir? Quando juntava com Felipe Borges então? Wendell (e sua camisa de sempre) = Cabelos Bracos. Minhas piadinhas sem graça são um capítulo à parte.
Embora eu não tenha conseguido expressar toda minha nostalgia em um post "pra sempre, sempre acaba", e colocar pra fora a saudade que vou ter de meu "currículo escolar", sei o quanto vai ser estranho, acordar todos os dias de manhã, entrar numa sala de aula e não encontrar Cebolão me chamando de "minha linda" ou Evandro, Fonga e Hugo com seus carinhos pegajosos -.-. Não ter Victinho ou Yssa pra apertar as bochechas, nem Clarinha ou Dêssa pra chamar de "miga" e soltar venenos!
Esse fim de ano, o fim da "reconciliação" (e não é fichinha de fim de ano), fiz as pazes com Monaliza, Prokó, Alanão, e até Cleópatra (quem diria heim?).
Nossa, no trânsito entre colégio e cursinho conheci tanta gente diferente. E essas "viagens pró-vestibulares"? Ter João Victor pedindo pra "matarem esse bicho", Chico e seus 76% na UFBA (soufoda), X-Peru e sua rebordosa (que na verdade de rebordosa não tinha nada), Matheus ouvindo vozes, Silvya; ou lembrar do velho point 227 foi um graaaaaaaaande prazer! Thaiz, Mara e a outra Thaís sem ser A Virgem eu nem comento. Meus verdadeiros presentes de Natal! =D
E é impossível esquecer de Cruz com a SBPC, e nossa incrível vontade de beber cachaça (que acabou indo pras cucuias), heim, Celete, Lollete, Brunete e Laranjete?.
Sinto muita falta de Lêu, Juninho e Pri. E de minha eterna best, Letícia? Lice? Karen? Jorge? Tuirão? De Phillipe. De Deni, de Tiago, do meu teatro do CUCA. Sempre.
Independente do que venha a acontecer daqui pra frente, eu nunca vou esquecer de nada que vivi com nenhum de vocês. Lembro como se fosse hoje, na verdade, há 2 anos atrás, eu fiz um post de "despedida" e tinha uma cacetaaaaaaada de nomes, a prova concreta de que com o tempo a nossa vida vai afunilando, e só ficam mesmo aqueles que podem ser chamados de amigos. Sei que não sou meiga, ou carinhosa e tenho medo de abraçar "o mundo", mas gosto muito de vocês e isso é sincero. Não importa o que aconteça, de minha memória vocês não saem.


sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Marina e um certo saudosismo.

Alguém me diz como é que Serra e Dilma foram parar no segundo turno?




Isso sim é inteligência. E é óbvio que brasileiro algum valoriza.



terça-feira, 18 de maio de 2010

2º dia

Chateada, entediada, dolorida, com risos presos e os pontos quase abrindo dos risos soltos (metaforicamente falando, pessoal)

Hoje, deixo que a música fale por mim...

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

A Vaca e O Tempo.

Gente, há quanto tempo! ;x


Nossa, um tempão sem postar, heim? É aquele velho clichê - falta de tempo e de dinheiro (porque falta de tempo é dinheiro), falta de ideias, e de estímulo ( o que não significa que eu nesse exato momento tenha um).


Mas eis que estou aqui pra falar do tempo.


Dizem que o tempo é o senhor da razão, que é o melhor remédio - {xi, não caia nessa}. Nem sempre o tempo vai deixar as coisas melhores - ele é enigmático, e ao mesmo tempo tão exposto; é tão abafado, e ao mesmo tempo tão gélido - é frio. E mesmo parecendo mais uma daquelas frases feitas de que não devemos esperar que o amanhã, ou a felicidade cheguem e do "viva cada dia como se fosse o último" - o tempo realmente não pára, ele é apenas uma desculpa para tentarmos deixar a roupa de molho (mas perceba só que se deixarmos dois dias de molho, ela já começa a feder...)
Tem gente que diz "eu não vivo sem Fulano"; "Fulano é essencial pra mim"; "sem você, Fulano, eu morro".
Passa um dia, dois, três - nos primeiros dias parece que há todo o Pão-de-Açúcar em cima da sua cabeça.
Mas aí passa um mês, e você percebe que consegue ter uma vida "normal" sem o tal do fulano.
Poréeeeem, um belo dia você decide ver se esse antídoto funcionou. E não é que funcionou? O fulano também descobriu que poderia viver sem você; você já não fala tanto assim do fulano, e ainda percebe que o passado, por mais que não se possa esconder, pode ser esquecido, ou apenas ter sido vítima de um boa-noite-cinderela.


E é aí que a gata borralheira vai pro brejo, a Branca de Neve acorda com um tapa na cara; e o Lobo Mau só quer comer a vovozinha... E você? Você se lembra que é nada mais nada menos, que uma Vaca.


Ai ai,
é o tempo...

domingo, 6 de setembro de 2009

amigo de verdade :0

Já reparou que é nas horas mais improváveis que a vida nos põe à prova e nos mostra nossos verdadeiros amigos?
Ontem aconteceu um fato estranho, e foi isso que me fez parar pra pensar. Estávamos ontem numa pizzaria, comemorando o aniversário de uma das minhas melhores amigas. Até aí tudo bem. Tirando o fato de que a maioria dos que ela queria que fossem, não foram. Eu pensei - nossa, todos devem ter viajado - mas a coisa era bem mais complicada. Não viajaram, apenas não tinham como chegar ao local, ou tinham algo mais importante pra fazer. Ela ficou triste, claro... e quem não ficaria?
Pois são esses momentos que nos fazem refletir quem está conosco de verdade, quem tá sempre ali, não importa a hora e o lugar.
Os outros, que eram amigos que se diziam pra toda uma vida, deixaram de comemorar junto a ela a data mais importante de sua vida. E nós, que não nos dizíamos de uma vida inteira, e apenas estávamos com ela porque gostamos de verdade, e não precisamos andar gritando aos quatro cantos que somos melhores amigas, irmãs, e coisas do tipo...que desfizemos compromissos para poder estar com ela, que realmente estávamos ali do lado dela...
São nessas horas que as palavras tornam-se menos importantes que os gestos.
Espero que apesar de não ter se sentido bem, ela tenha ao menos aprendido a lição: "Um simples amigo espera que estejas sempre para ele, já um amigo de verdade espera sempre estar para ti! "

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Será?

Já era bem depois da meia-noite...E ela ainda não conseguira pegar no sono. Esta noite o sonho estava partindo, e ela tinha tentado tanto segurá-lo...
E com o nascer do novo dia, ela o sentiu sendo levado embora não apenas por um cruzeiro, não apenas por um dia...
Há muito tempo atrás, há muito separados e ela não poderia esperar mais um dia pelo capitão do seu coração. Enquanto chegava o dia, ela tomou uma iniciativa: ela parou de esperar mais um dia por ele.

[ Uma quase tradução de The Captain of Her Heart do Double ]

Dizem que quem espera sempre alcança, no entanto, a grande maioria, mais cedo ou mais tarde, se cansa de esperar.
Gosto muito dessa música, sempre quando a ouço, ela me faz refletir. Será que vale a pena mesmo esperar por alguém, ou talvez por um sonho? Sei que nossos sonhos podem ser do tamanho da nossa esperança, mas ainda assim não me sinto segura.
Acho bonitas as histórias de amor cujos personagens esperam, lutam por seus amados. Contudo percebo que nem mesmo nelas os finais são sempre felizes, como Romeu e Julieta em que ambos morreram "por amor" (talvez por burrice pff ¬¬).
Cada vez que eu penso nisso, me dá uma confusão mental! Será que vale mesmo a pena sacrificar-se por uma pessoa que talvez nem sinta o mesmo por você? E durante essa árdua espera, será que você não deixou o verdadeiro amor da sua vida passar, simplesmente porque a sua visão extremista e unilateral (é, quase um cabresto) não te permitiu enxergar?
A moça da canção cansou-se de uma espera inútil, e você, continuaria esperando pelo capitão do seu coração? E será que o capitão esperaria por você?

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

mesmo esquecendo a canção...


"Amigo é coisa pra se guardar debaixo de sete chaves". Não deixa de ser algo lindo, bonito, forte, comovente. Mas uma coisa que tenho percebido é que as amizades vêm pertendo o seu significado ao passar dos tempos. Hoje em dia, as pessoas simplesmente pensam que ser amigo é ir à festas juntos, é se divertir junto, é chamar esse amigo de "amigo", é mandar depoimentos num orkut volúvel, onde as palavras ao serem apagadas simplesmente perdem o seu sentido. Fico extasiada (na verdade assustada) com pessoas que se veem uma vez na vida, e já chamam de amigo, de amor, de best... Afff, tem horas que confesso - dá um noojo...
Uma coisa que meus pais sempre me ensinaram, desde criancinha, foi a saber selecionar as minhas amizades. E, mesmo que eu nunca tenha acreditado na história do "diga-me com quem andas, e te direi quem és", passei a me resguardar um tanto mais após quebrar a cara, e chegar à simples conclusão de que dizer com quem andas, não diz quem tu és, mas faz uma diferença enorme. Aprendi também que amigos que te levam a entrar em roubadas, e não te ajudam a sair delas - definitivamente não são seus amigos de verdade - embora meu pobre cérebro de vaca insista por hora nestas leviandades.
Me comovi ontem à noite com a homenagem ao Renato Aragão feita pelo Fantástico:
Quando se referia a um amigo seu, se não me engano um médico, dizendo que eram muito amigos e que se viam todos os anos. A gente tava na sala assistindo - na hora meu pai riu, mas depois falou "vida de artista é fogo". E no entanto, mesmo tendo uma agenda super lotada, ele tem pelo menos uma época do ano reservada a ver seu amigo. Ou seja, amigos de verdade não precisam ficar 24 horas por perto pra você se sentir completo. As amizades que resistem ao tempo e à distância talvez sejam uma das mais bonitas.
Ah, e outra. Ser amigo não significa contar todos os seus segredos, contudo, é ter a noção de que quando for preciso fazê-lo, você terá em quem confiar.
Dedico isto a vocês, meus melhores amigos - outra terminologia que ainda não me adaptei, quem disse que há amigos melhores ou piores? Ou há amigos, ou não há. - então dedico a vocês, amigos. E já que a Canção da América diz que amigo é coisa pra se guardar do lado esquerdo do peito, eu prefiro pra uma vida toda. Amo vocês ;)

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Tá cansada, senta. Se acredita, tenta. Se tá frio, esquenta. Se tá fora, entra. Se pediu, agüenta. Se sujou, cai fora. Se da pé, namora. Tá doendo, chora. Tá caindo, escora. Não tá bom, melhora. Se aperta, grite. Se tá chato, agite. Se não tem, credite. Se foi falta, apite. Se não é, imite. Se é do mato, amanse. Trabalhou, descanse. Se tem festa, dance. Se tá longe, alcance: use sua chance. Se tá puto, quebre. Tá feliz, requebre. Se venceu, celebre. Se tá velho, alquebre, corra atrás da lebre. Se perdeu, procure. Se é seu, segure. Se tá mal, se cure. Se é verdade, jure. Quer saber? Apure. Se sobrou, congele. Se não vai, cancele...Se é inocente, apele. Escravo, se rebele. Nunca se atropele. Se escreveu, remeta. Engrossou, se meta. Quer dever, prometa. Prá moldar, derreta. E não se submeta...?


Poxa, queria que fosse assim mesmo. Pra cada problema, a gente sempre tivesse uma solução e que sempre as perguntas tivessem respostas corretas, pré-determinadas, e simples... Mas nunca nada vem de graça; embora por outro lado eu também ache que o de graça, definitivamente, não tem graça. É legal quando a gente batalha pra ter alguma coisa ( e consegue, claro! ). Mas uma mordomia de vez em quando não faz mal a ninguém, né? Acho que Lenine quando escreveu essa letra tava numa praia, olhando o mar de óculos escuros, deitado numa rede pendurada entre coqueiros - só pode! É tão fácil olhar o mundo do aspecto de vista de um sonhador, munido do seu óculos cor de rosa, ou talvez do seu ray ban espelhado, que reflita tudo pra bem longe...
Difícil mesmo é tentar levar adiante e ter um pouco de credulidade; é poder aquietar e aquecer o frio, e derreter o gelo...Difícil mesmo é tentar prender o choro enquanto a dor come no centro! Difícil é saber quando as faltas acontecem, e qual a hora certa de se meter.
Difícil é não ter a vontade de se iludir e achar que pra tudo haverá uma resposta pronta... Afinal, as respostas SEMPRE são enigmas... Ou uns mais fáceis, ou mais complicados, mas a cada delas enxerga-se sempre um desafio.

Eu tô cheia, atolada de dúvidas, cheia de enigmas. Mas o que não dá é pra ficar esperando é virar as páginas da palavra cruzada, e chegar até o fim para olhar as respostas grifadas de preto. Então, o jeito é seguir o conselho da música mesmo, e libertar o escravo que habita dentro de nós, e que não sejamos escravos de nós mesmos, e sim gigantes pela própria natureza...

domingo, 5 de julho de 2009


Nada é pra sempre. E essa é uma das poucas certezas que eu vou levar também pra sempre. Às vezes a gente pensa que vai ter o tempo todo as pessoas que mais amamos por perto; às vezes pensamos que temos um grande amor, e noutras também pensamos que esse amor vai ser pra sempre. Mas lembra do que eu te falei: NADA, É PRA SEMPRE. Nem os dias de contra-mão, nem os dias de chuva, muito menos os de sol.
Às vezes, também, eu queria que algo fosse pra sempre; mas nem a música do Raul me deixa acreditar nisso; e toda vez que eu ouço, logo penso e me enxergo como uma verdadeira metamorfose ambulante.
Quando digo pra sempre, não falo no sentido literal, todas as noites, todos os dias, todas as horas. Digo no sentido de estabilidade. Eu queria que as coisas não fossem tão instavéis como são hoje; queria poder pisar num chão que de repente não vibrasse; ou poder pisar num lugar onde ninguém pudesse puxar o meu tapete.
Eu queria que as coisas não acontecessem ou se fossem tão rapidamente, e deixassem essa saudade em mim, esse sentimento de estranheza, ou até mesmo não saber se há sentimento.


Eu queria mesmo era poder te entender.

opa?


De vez em quando me pego pensando no quanto as pessoas conseguem ser intragáveis. Tem gente que tantas vezes reclama de coisas, pessoas e mais coisas, sem sequer preocupar-se em conhecê-las como realmente são. Há pessoas, que são lindas por dentro e por fora. Há pessoas que de tão feias por dentro, conseguem fazer com que a sua grande beleza exterior funcione como um esmalte incolor; que apesar do brilho, diante de outras cores, torna-se insignificante.
São nessas horas que eu percebo o quanto a beleza é algo relativo, e por hora, um detalhe ínfimo; que muitos julgariam como um dos maiores itens a ser considerado, e que é nada mais, nada menos, que puramente dispensável.
A vida que é mesmo bonita, viu?

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Às vezes, é mais do que necessário saber a hora certa de estender a bandeira branca. Mas não adianta tentar se iludir, e achar que as coisas sempre sairão da maneira que a gente planeja, e ao nosso tempo.
Quando decidi escrever sobre isso, tinha outra situação completamente em mente; mas os meus pensamentos mudaram e eu, como sempre, fiz algo não digno de me arrepender, porém estranho (sim, parei de fazer o post, e fiz isso mesmo (Y).
Sabe quando você sente que há algo a ser feito, mas você sempre adia? Quando você o realiza, independente do sucesso ou do possível insucesso, de algum jeito você se sente aliviado. Bem, a minha parte eu fiz. E assim eu me sinto agora, com a sensação de parte do dever cumprido.
Às vezes é preciso abrir mão do seu orgulho, por mais que isso te encolerize. Tantas pessoas passam por aí, - nascem, crescem, talvez se reproduzam, talvez não, e talvez cheguem a envelhecer. E se envelhecem, morrem em seguida. Quantos e quantos morrem sem ter feito o que mais tinham vontade? Sem ter tido o gosto de dizer - "oi, eu meti o pé na jaca"; ou ainda "eu caí na fossa, mas to viva!" ?
Entre o não fazer e o arrepender-se há uma grande diferença entre o fazer e o arrepender-se. Há pelo menos a certeza de que se tentou. Se não conseguiu? Que se foda você, o mundo, o teu cachorro. A vida é maior do que qualquer coisa, e se não foi, quer saber? Não era pra ser.

terça-feira, 30 de junho de 2009

dois barcos...


Não sei se acontece o mesmo com você, mas me sinto realizada ao cubo³³ quando faço alguma coisa de boa pros meus amigos. Sinceramente, acho que não tenho vocação pra Madre Tereza de Calcutá, e jamais alcançaria o que Jesus fez pelos seus; mas eu me sinto saltitante quando consigo ajudar alguém, e mais ainda quando vejo que este alguém me é grato. Não utilizo a gratidão como forma de me exaltar, ou divinizar-me; então, enxergo esta gratidão como forma de perceber, não sei se da mesma forma, o que fiz por esse alguém.
Óbvio que não existem amizades perfeitas, sendo que o perfeito, por aqui pelo menos, inexiste. Entretanto, não há nada mais bonito em saber que mesmo depois das brigas, aquele amigo nunca vai deixar de ser seu amigo (salvo as muitas exceções onde a amizade só existia na horta frutífera da nossa mente); e em saber que as brigas servem na verdade como forma de estreitar os laços.
Contudo, o que há muito já me deixou com certa tristeza foi a ingratidão daquelas mesmas amizades que eram frutos da minha mente "vazia-superpovoada" (não tente entender). É mesmo desconsertante saber que aquela amigo a que você tanto se dedicou, pelo qual você daria tudo, não possuía sequer 1% da consideração que você tinha por ele.
Mas são coiSas, da vida, né, seu moço? Vivendo, quebrando a cara, mas nem sempre aprendendo. E uma coisa que eu não me arrependo é de ter sempre buscado a lealdade nas minhas amizades, e mesmo não tendo recebido o mesmo bem em troca; apesar de ter decidido não tentar entender as pessoas, ainda acredito, de forma sincera, que elas têm algo de bom.
Simples.

sábado, 27 de junho de 2009

Everybody changes...

É engraçado, e por hora chega a ser irônica a constante mutabilidade: mudamos de roupa, de gosto, de móveis, de amores, de casas... Ah casas! Não sei se o problema é comigo, mas eu simplesmente DETESTO mudanças. É gente remexendo, quebrando, maltrando os meus objetos de maior valor. É uma bagunça infernal que dura PELO MENOS duas semanas. Enfim, sem maiores explicações, eu odeio esse tipo de mudança. Mas o que não me impede de estar no meio duma,
e pode crer que sem a mínima vontade de ajudar (y')

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Cantando eu mando a tristeza embora?

Sinceramente, não há coisa pior (aliás, tem gente até que curte) que ser cantada no meio da rua. É uma situação particulamente encabuladora. Cara, você no seu canto, quieta, caminhando ao passo que andam seus pensamentos, e de repente algo te chama (ou te expulsa? HUM) de volta pro mundo como um "EEEEEEEEEEEEEEEEY DELÍCCCCCCCCCCIA"!
Cara, sem brincadeira. Andando hoje pela rua, eu ouvi uns 3 ei delícias. Se é falta de criatividade? Também não quero saber. Mas o fato é que uma cantada - uma cantada mal dada, é claro - é o fim da picada. Mas não significa que porque foi o fim da picada, você não deve se divertir. Eu fico super sem graça claro, só que claro que bate aquela vontadezona de rir do ridículo!

Dia desses eu passei perto de uma oficina (ah, as famosas cantadas de borracheiro) e me chamaram de Mulher Melancia - ei, eu não sabia se eu ria, ou se eu chorava -. Primeiro que não sou lá muito fã dessas frutas que surgem por aí, segundo que é claro que desejo um corpo modelado, mas sinceramente, sinceramente, - não como o dela. Então, me segurei pra não responder.
Eu lembro como se fosse hoje, quando recebi a minha primeira cantada. Engraçado, eu tinha 8 anos. (Outra coisa que me deixa injuriada é pedófilo, blz?). Eu tava na loja de minha mãe, e ela me pediu pra ir comprar alguma coisa num mercado por perto. Eu fui, mas no caminho um cara simplesmente falou: "Ei, linda, quero te conhecer" - e eu, como criança e desbocada que sempre fui, mandei o cara ir "cagar" isso e aquilo. O cara se revoltou - eu, idiota, achei que ele ia me bater. E saí correndo pra contar pra minha mãe.
Depois disso, descobri que nunca se deve responder violentamente a uma cantada quando se está sozinha, mas são outros quinhentos. (Y)

Entretanto, independente de me fazer rir ou não, as cantadas continuam sendo podres.

"A maioria das pessoas pensa que há uma fórmula pronta para se conquistar uma pessoa, especialmente as mulheres. Dessa forma um cara utiliza a cantada que um colega utilizou, e daí por diante, não são capazes de perceber que cada mulher é de um jeito, e que boa parte das cantadas não colam."

É tão bonito quando se vê algo novo, mas há seres impensantes que insistem em utilizar as mesmas toscas, tolas e batidas cantadas; do tipo:

'oi, você vem sempre aqui?' /

'e aí, qual o caminho mais rápido pra chegar ao seu coração?' /
''Tinha um pé de coqueiro no alto da ladeira. se o coco cair....rola ou naum rola?? ' Ei, seu dente tah sujo!!! ( onde? )- : aki ó dexa que eu limpo!!!!! '


'se você fosse um hamburger se chamaria x-princesa'

“Ô mina, você é ‘fia’ de mecânico? Porque você tá com as ‘peça’ tudo no lugar…”
“Você é tão quente que chega a derreter o plástico da minha cueca.”
“Nossa, com um bumbum desses ta convidada pra fazer cocô lah em casa “
"Não sabia que boneca andava"."Onde fica o seu castelo, princesa?"
"O que você tá fazendo fora da caixa, bombom?"

"quer trocar micróbios bucais comigo, boneca?'
"Você acredita em amor à primeira vista?"Complemento:Ela diz que Não. Então se dá um giro de 360º e diz "E à segunda vista?"

"Ei, sabia que você parece com a minha 7ª namorada? E olha que eu só tive 6!"
"Queria ter três mãos... uma para segurar a cerveja, uma para segurar o cigarro e uma pra te agarrar!"
"Você não é o google, mas em você achei tudo o que procurava"

“Existe um vazio no meu coração que tem as suas medidas. Quer entrar?”

“Se não olhar é porque é feia, e se não sorrir é porque é banguela.”

“Uma sereia perto de você é uma sardinha.”
“Penso em você 25h por dia!” / “Não seriam 24?” / “É que meu coração faz hora extra!”-
“ Você não pode ir no sol, né?” / “Por quê?” / “Porque se já é gostosa crua, imagina assada!”


Cantada divertida é o que não falta, mas o pior de tudo é quando vulgariza demais. Dia desses, eu voltando super triste do enterro de um amigo; eu tava passando por perto de um lugar onde tinham várias oficinas, quando começou a chover e eu pus o casaco. Quando eu ia começar a puxar o zíper, vem um cara e diz: ' que menina linda, e ques seios mais lindos ainda'. Ah, já fui convidada pra ir pro quarto de um mecânico, também (Y). “Ae mina você encantou minha serpente…”

Acho que, no geral, é bem melhor receber uma cantada - onde você ou corre o risco de se apaixonar, ou pelo menos se pocar de rir - do que um podre e nojento "oi, queria te conhecer melhor", tá ok? Há cantadas que te arrasam, outras que te divertem, mas não se esqueça que há aquelas que não merecem seque ser respondidas, e se respondidas, que seja com classe.


A propósito, quero dizer que isso tudo é dedicado a Lícia Helena, a Cigana das Cantadas.

E pra finalizar... Asa de urubu, pena de galinha, se quiser ficar comigo, dê uma risadinha!!!
bjs, bjs, e cantadas ;*


Ah, atrás de outras cantadas? É só clicar xD : Leia Mais

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Romântico é uma espécie em extinção?


Acho que com o final da enquete sobre "O que você gostaria de ganhar no dia dos namorados", mais um de meus devaneios se "cumprem". Saiu na frente quem votou que gostaria de ganhar, na verdade, um namorado de presente. No entanto, tenho percebido que a tendência da humanidade é ficar mesmo solteira. E isso é de alguma forma um processo natural (doloroso para muitos =x ), devido à imensa falta de solidez e estabilidade nos relacionamentos de hoje; e ainda a questão do envolver-se sem sentimentos, e muitas vezes contradizendo o que Camões um dia falou: é contentar-se de contente, é o mesmo que satisfazer-se com um prato de feijão e arroz no fim de semana: é comodismo.
Eu sei que a humanidade é, em si, desumana. Mas a vergonha, o medo de amar é algo mais insensato ainda. Às vezes eu queria mesmoo ser romântica, e acreditar no melhor que o sentimento do amor possa me proporcionar - mas acho que o meu erro está nisso - em poder me proporcionar. - O amor não deve ser levado como sinônimo de egoísmo; é como o nosso pastor mencionou no culto passado - "o amor de tão sublime que é, não se encaixa na esfera do sentimento"; - o amor é uma forma de vida.
Amar é perdoar, amar é abdicar, amor é uma atitude. E só quem sabe abrir mão de certos privilégios, só quem sabe vencer de verdade o seu orgulho, só quem já sentiu doer e ainda assim não abriu mão da vontade de amar; sabe enfim o que é amar - que na verdade também, não significa ser amado.
Não vou mais falar tanto de amor, porque não sou digna de falar tão intimamente de um sentimento que ninguém, na verdade das verdades, nunca compreendeu perfeitamente. Apenas aconselho aos acompanhados que não tenham vergonha de ser românticos; que não percam um segundo, pois a vida é breve, e os relacionamentos muitas vezes rotativos. E aos que ainda não encontraram a metade da laranja, ou sua metade do Prestígio, digo-lhes somente que não desistam do amor, pois como diria Fábio de Melo, "só sabe o que se quer, quem luta para ser feliz".

Tenham um Feliz dia dos Namorados, e aos que insistem em ser românticos, vejam essa música interpretada por Vander Lee e composta por Nado Siqueira ;)
http://www.youtube.com/watch?v=TJKhdHn9VKg

terça-feira, 2 de junho de 2009

É impressionante como Deus é maravilhoso, é único, é vital. VITAL.
Acima de tudo, Deus é vida.E é tão lindo perceber quão perfeita é a sua vontade sobre nossas vidas.
Muitas vezes, é necessário saber entregar na mão de Deus; deixar que ele faça a mudança, ou a melhora, e muitas vezes uma piora necessária em nossas vidas...
Quando num momento de descrença, quando eu já tinha perdido toda a esperança que havia dentro de mim; e então entreguei tudo nas mãos do Senhor... Eu sabia que como grande Pai que era; ou haveria de me fazer passar por mais tristezas, e angústias para que pudesse aprender; ou fazer com que outras pessoas, descrentes não da esperança, e sim do seu poder, pudessem se render ao perceber o quanto tu és santo, meu Deus!
Muitas vezes, tudo parece perdido. Tudo parece impossível. E nos damos de cara com o Deus do Impossível. Hoje eu posso dizer com tudo que há dentro desse meu ser leigo, fraco e que precisa muito de ti; que acredito no teu imenso amor por nós, e que sempre cuida de nós, e nos dá a possibilidade de nos tornarmos um vaso novo.
Obrigada por toda a coragem que me destes, por quando eu pensar que está tudo perdido, me conceder novos sonhos pra recomeçar.

Tu és a minha maior verdade, e eu te amo.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Dizem que cada um de nós possui dois lobos dentro de si; mas eu tenho três: um bom, um mau e um bobo - o que é o pior.

Infelizmente, além de bobo, o terceiro e pior dos lobos em mim se faz teimoso. Sabe quando algo que você não sabe de onde, como ou quando veio, mas que se faz presente e faz você tirar os pés do chão? As pessoas dizem: "Xiiii, fulana tá apaixonada!"/"Nossa...a menina encantoooou..."E às vezes, nem é isso. É normal do ser humano fantasiar. Mas comigo é algo diferente, é como se o meu lado pisciano chegasse ao extremo dos extremos, ao ponto de me achar ridícula e ter vergonha dos meus próprios e POSSÍVEIS sentimentos.

Então, somente algumas vezes que consigo firmar os pés no chão {err... na verdade não seria bem firmar os pés no chão... - Sabe quando você salta e esquece de flexionar os joelhos e cai de calcanhar? Doloroso, heim? - É assim}

Mas dizem que há mais coisas entre o céu e a terra do que sonha a nossa vã filosfia, não é? O que eu sinto é algo inconsistente, por isso, difícil de se explicar. Só resta torcer para que o que eu sinto não se transforme infinitamente no que sou.

Não quero ser uma contradição.

Voltando do meu período conturbado, uma boa semana pra todos :D

domingo, 24 de maio de 2009


De algum jeito, ou de outro, às vezes é necessário que aprendamos a ser sozinhos. Pode parecere stranho, talvez possa parecer que digo palavras descabidas e que contradizem a tudo que um dia aqui eu já disse. Eu sei que precisamos uns dos outros, mas às vezes temos por NECESSIDADE de ser egoístas.
"E sem nós dois, o que resta sou eu".
E quando não houver nada, as pessoas mudarem contigo, se afastarem de ti...quando a música de repente parar de tocar e você se tocar que além de Deus - que também de um jeito, ou de outro sempre está com a gente - ninguém está ao seu lado?
Muitas vezes fico me perguntando se quando me sinto só devo me entregar a esta solidão. E descobri que na verdade, no fundo no fundo, você é o seu melhor amigo. E melhores amigos são assim: confiando ou não, estando satisfeitos ou não, estes sim nunca vão te abandonar - e quando errar, vai te ajudar a consertar os seus erros.
E assim que quero ser para mim mesma: uma melhor amiga. Tenho passado por certa fase onde cansei de ter muitas e aparentes amizades, que na verdade, na verdade, poucas eram verdadeiras. E se eu não me sinto a vontade para confiar da mesma forma, da mesma maneira que confiava antes; prefiro tentar fechar os olhos para a minha "realidade inverossímil" e tentar confiar em mim mesma. Eu sei que preciso aprender a ser só. (Ok, eu sei que ninguém consegue). Mas eu preciso...
Passei alguns dias sem escrever, mas não por falta de vontade... Afinal, "quem não sabe nada, se cale". Me calei, precisava ficar só comigo mesma, saber e ter certeza das minhas verdadeiras necessidades como humana.
Mas já que o blog é, por hora, meu companheiro de viagem, eis- me aqui novamente. Ah o bom dele, é que me ouve e não explicita opinião. {Exceto quando vem alguém, e comenta aqui em baixo}. Tirando isso...Bem, é i s s o m e s m o.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

always?

Tem certas horas que eu sinceramente não sei o que fazer. Sabe quando os amigos precisam, e muito de você, e você não consegue dizer uma palavra que ajude? Eu me sinto imprestável diante da falta do que dizer! Isso me corroi por dentro de tal maneira que chega a roubar minhas poucas boas energias.
Eu queria poder resolver os problemas de todos, queria poder ser a amiga de que todos tivessem orgulho: "Poxa, A Vaca é a melhor amiga que eu poderia ter". E tenho realmente amigos que dizem isso de mim. Mas eu fico encucada: como eu, uma pessoa tão idiota, burra, insensível, incapaz de dar algum conselho nas horas que mais se necessita pode ser considerada uma boa amiga?
Me sinto menor que o protozoário do cocô do cavalo do bandido, reduzida à qualidade de um vírus, talvez... Embora não haja a mínima vontade de me replicar e distribuir o desalento do meu insignificante legado nessa vida.
Queria poder falar uma palavra carinhosa, e num passe de mágica mudar o destino, e tornar a vida um mar de felicidade para todos os que me cercam. Quando lembro que não é bem assim. Sei que na vida há a necessidade do sofrer, para que dele possamos aprender. É como ouvi um dia: Deus gosta dos fracos, para consolá-los. Eu sei o quanto sou fraca, e sei que só Deus pode permitir que eu me reerga, que eu encare a vida e não fuja como um rato foge de um gato.
Entretanto, apesar de todos os problemas, de todo o sofrimento, "quem sofre sempre tem que procurar, pelo menos vir achar razão para viver".
Talvez a única coisa que tenho a dizer para os meus amigos é agradecer-lhes pela consideração e pela lealdade a mim concedida. E que eles, mesmos imersos na dor, não desacreditem de seus sonhos.
Posso não demonstrar, mas a cada lágrima por vocês derramadas, é um grito de incapacidade que brota de dentro de mim. No entanto, apesar de sofrer com vocês, não posso deixar que vocês se percam na ilusão dos extremos do amor demais, ou da dor profunda. Creio que juntos buscaremos um equilíbrio, já que um dos sinônimos de amizade é apoio, alicerce; e para que se apoie, é necessário que haja um equilíbrio.
E sejam sempre o meu ponto de equilíbrio.

Larah e Paulo Henrique, Não desistam do que desejam, porque eu não desisto de vocês.