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segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Amor, dor e sábados tristes.

"Será que algum dia já recebemos amor? Como receber uma ação que nós mesmos temos de fazer? Amor é coisa que não se recebe. Quando uma mulher oferece amor para um homem, ele recebe carinho, cuidado, toque, mas não amor. Quando um homem ama uma mulher, ela pode sentir paixão, acolhimento, segurança, mas não amor. Amor é coisa que se dá"

Incrível como eu tentei, tentei achar alguma inspiração pra escrever nos últimos meses. Não consegui. Mas os momentos mais tristes, não sei porque, tendem a me dar vontade de escrever. Talvez seja realmente a melhor maneira de colocar tudo pra fora, sem machucar quem está por perto e, melhor ainda, poder apertar o backspace quando as coisas não dão certo.
Fico me perguntando se é preciso, realmente, que alguém que nós gostamos tenha que morrer ou ir pra longe, pra que a gente aprenda a valorizar as pessoas, os bons sentimentos. E dizer algo que muitos julgam não ser importante falar com as palavras e sim sentir. O amor. Ok. Se não fosse tão importante mesmo, por que ficamos com esse sentimento de vazio quando não temos mais a oportunidade de dizer o quanto amamos alguém e o quanto esse alguém pode ser importante em nossas vidas?
Vai ver que precisamos mesmo de palavras, de sentir o amor como um verbo - ainda que de maneira intransitiva, inassumida, por horas unilateral, não?
 Por que esperar que sábados tristes como esse passem, pra que a gente tome um choque de realidade na segunda e ver o quanto a vida é pequena? Talvez depois de ler esse texto você ou outro alguém possa não estar aqui pra se dizer o quanto se ama, o quanto alguém te agrada. Talvez seja tarde pra reconhecer que, apesar de cheio de defeitos, ou de não corresponder seu sentimento com a mesma intensidade, nem por isso esse alguém passa ser menos importante na sua vida.
Antes eu me sentia incomodada quando alguém dizia me amar. Já me perguntei várias vezes se era eu que não sabia amar direito - mas um grande amigo me disse que não existe amar direito, amar torto, amar errado. A gente simplesmente ama. E passar a ver o amor como algo que se dá talvez seja a chave pra que a gente não acorde num sábado qualquer e esse alguém já não esteja presente na segunda pra gente poder falar o quanto o ama, ou poder listá-lo em um comentário no facebook, twitter, ou qualquer outra mídia social.

Não importa se você ama o seu cachorro, o seu amigo, a sua família ou o seu namorado. Ame. Só sei que ficar jogando o amor pro universo na prorrogação do segundo tempo é que talvez não compense muito.


(seguindo os conselhos de Maria Cristina Ribeiro)

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

educação manda lembrança e diz que entrou de férias...

Ontem eu tive o (des)prazer de assistir à peça "Os campeões", baseada na obra "As meninas" de Lygia Fagundes Telles, no Centro de Cultura Maestro Miro, com os "atores globais" Alexandre Scaquette, Guilherme Leicam e Paulo Vilela (o qual eu admirava muito pela maneira de interpretar). Eu já tinha decidido ir à peça e, para minha grande surpresa, eles aparecem de manhã lá no colégio e foi aquele alvoroço: menininhas histéricas gritando de um lado para o outro, outras gritando "oh, eu toquei nele" e também ouvi, acredite, "ah, eu passei a mão no peito dele*0*". Fiquei meio assustada. E achei que seria coisa de momento.
Como o professor de Literatura daria 1 ponto extra para quem fosse assistí-la, ganhei o álibi para convencer meus pais. E fui. Só não sabia que sairia de lá tão decepcionada.
Mas não foi com o conteúdo da peça.
É que eu soube que aquele alvoroço no colégio era só uma amostra do que eu veria, de fato, durante o espetáculo. A peça começava, e eu ouvia 'gritinhos'; os PERSONAGENS demonstravam sinais de carência, e elas gritavam "vem, que eu te consolo, LINDO!". Fora os flashes que proporcionaram ao público ver todas as trocas de cenário (e olha que fotografar era proibido).
Sempre me perguntei o porquê de não haver bons espetáculos em Feira de Santana. A maioria ali presente confessou ter gostado "do movimento", e não do enredo, de fato. E que foram assistir porque os atores são lindos. O cúmulo da futilidade. Depressivo. Mas acho que já entendi o verdadeiro motivo dessa carência da cidade: além de não se valorizar a arte, o conteúdo, há deficiência de uma cultura e educação de berço. E é aí que muitos pais devem se perguntar: onde foi que eu errei?
Eles não se perguntam, e a cidade leva a fama, claro...
Detesto sentir vergonha pelos outros, e senti até demais

Marina e um certo saudosismo.

Alguém me diz como é que Serra e Dilma foram parar no segundo turno?




Isso sim é inteligência. E é óbvio que brasileiro algum valoriza.



domingo, 23 de maio de 2010

Corrida Presidencial =X

Ok. Eu sei. Eu disse que tentaria não me envolver. Mas é que essas causas são tão envolventes... =X

Vejam só como a coisa me procura: ontem à noite, quase de madrugada, acho em algum canal, nem me lembro o qual, acho que foi a Rede Bandeirantes, com uma entrevista com Marina Silva, a candidata à presidência. (Para entender, tenha em mente que eu tinha uma imagem de crente estilo universal/assembleia e afins - nada contra - que ficava pregando, e querendo levar a religião pro Senado =x). E, mesmo que houvesse todo esse "sentimento" contra a senadora, resolvi assistir, e confesso que me surpreendi muito! Vi uma mulher muito inteligente, sem ser pretenciosa, e me fez até parar pra refletir em certas questões como a ambiental (sei lá, apesar de eu já ter participado muito de projetos pró meio ambiente, e até ter feito um documentário que ganhou premiação sobre, nunca parei pra pensar no fato de que muita gente já morreu e ainda morre por esta causa). Coisa foi quando o jornalista perguntou qual era a sua religião!
Eu podia jurar que a mulher faria um discurso religioso, pediria voto porque é uma pessoa honesta, digna de Deus, honesta de novo, que combateria a grande besta da corrupção, ou coisas do tipo! Mas não! Não! Ela já foi logo dizendo, que independentemente de sua religião, era defensora do estado laico (pra quem não sabe, é o Estado "sem religião oficial", ou pelo menos ninguém no país é obrigado pelos governantes a seguir determinada religião), e disse que foi por tantos anos católica, mas que agora era membro da Assembleia e outras coisas.
Ao meu ver, era como se religião, ou pessoas religiosas fosssem incompatíveis com o poder. Só que fiquei tão interessada, que fui pesquisar sobre a vida da moça, e haja premiações! Premiação da ONU, e outra cacetada de prêmios, todos relacionados à luta ambiental. É formada em História, e fala bem demais (ok, estou quase achando que tô pagando pau pra moça também - impressão).
E a minha não-simpatia com a Dilma, e minha evidente não-simpatia com o Serra (óbvia) me fizeram escolher a minha candidata (possessiva, eing?). Sei lá, tava lendo sobre a Dilma, e diz que ela já fez muita gente chorar (inclusive o presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli) - ou seja, tem um temperamento quase igual ao meu (confesso que não teria tanto talento quanto ela na luta armada hihihi). Ou seja, não presto pra ter muito poder não. Meu negócio é lutar por causas.

(sim, e eu apoiava o Lula. mas alguém me explica o que esta criatura tem feito com a diplomacia brasileira pelamorde? Era uma vez a política nuclear...)

(concluindo minha propaganda eleitoral gratuita, vejam isto:)
http://www.minhamarina.org.br/blog/biografia/


beijos, queijos e votem direito '-'

quinta-feira, 22 de abril de 2010

"a canoa virou por deixá-la virar..."


É, talvez o Pessoa tenha feito este verso para mim: "Meu coração é uma barca que não sabe navegar". E esta frase não aplica-se somente à minha vida sentimental - aplica-se a tudo nesta vida (não só à minha, como talvez à sua, e à de outras pessoas): é como a velha forma de Pitágoras, ou uma Equação Geral dos Gases - é uma fórmula que utilizamos em quase tudo, e sendo propositadamente redundante, exceto nas exceções.

A minha inconstância ultimamente tem me deixado bastante irritada. Alguns diriam que são preocupações. No entanto, não digo que não as tenho. Pelo contrário! Tenho e tenho muitas, o problema é não saber organizá-las em prioridades. (É, tem que ter prioridade até pra se preocupar, seu moço...)
E é nesssas horas que você é tachada de pessoa de comportamente difícil e oscilante (juro que me senti uma função matemática!), bipolar! E é nessas horas que a sua confusão torna-se claramente visível e chega-se à conclusão de que você precisa derreter essa bola de neve, antes que tome proporções maiores e você acabe virando aquele imenso iceberg!


A sorte são os dias de Sol. Que enchem meu peito, enchem a minha barca de esperanças. Contudo, como diria o poeta, "é preciso ter cuidado pra mais tarde não sofrer", pois canoas cheias demais podem vir a virar, é preciso saber remar.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

o nENEM que foi abortado;*

Este fim de semana, assim como 4,1 milhões de incritos (me senti o Jornal Nacional ¬¬), estive fazendo o ENEM - (Exame do Nível de Estresse por Minuto). Um calor infernal (detalhe que na sala que eu fiquei havia apenas UM VENTILADOR, e do outro lado da sala [y]) que nem três garrafas de água (que acabaram esquentando também) foram capazes de amenizar; uma prova com um nível não muito difícil, mas devido à grande quantidade e ao tamanho das questões, você ia se saturando a cada questão que passava.
Achei desumano. Pronto. Falei =x
No primeiro dia me estressei muito. Saí como se tivesse fazendo realmente um Exame de Ressonância Magnética.

No segundo, não dei muita bola pra pressão. Escrevi a redação, e a cada questão de códigos e linguagens que eu ia fazendo (e tinha quase certeza que tinha acertado todas) eu cantava "We Are The Champions" do Queen (por dentro, claro - e só não me pergunte o porquê dessa música, porque nem eu sei). Quando cheguei na de matemática, fiz o cálculo de algumas e achei algumas alternativas interessantes pra marcar (HUM). Mas os ponteiros do relógio pareciam que queriam se classificar pros jogos do Rio2016.
Aí eu me aborreci! Eu querendo fazer a prova, e eles curtindo com a minha cara ;) Me irritei. Passei as que eu já tinha feito pra folha, e as outras fui no A de Amor, B de Baixinho, C de Cristo (não, não, chega de coração - adeus sentimentalidades), D de Deus (ou de Dado, quem sabe um dado mudasse a minha sorte HUM), e é de Espírito Santo.

Fui alternando.
Acabei a prova. E fiquei MUUUUUUUUUUUITO contente, em saber que meu pai não iria me buscar simplesmente porque estava de moto, e com uma "leve" preguiça de arranjar a merda de um capacete pra ir me buscar ;D.
Eu num bairro que nunca vi nem a cor (porque o ENEM faz isso, heim?); sozinha - achei um ponto de ônibus (que não passava ônibus), a rua totalmente deserta, fora as pessoas que tinham feito o ENEM - esperamos todos por mais de uma hora - ligo pra meu pai que manda eu "me virar" e procurar um motoboy (p.s.: nem sinal de motoboy ou táxi por ali).
Resultado: saindo 5:20 da prova, fui conseguir pegar um GOL (Grande Ônibus Lotado) 7:10 da noite!!!!! Minha tia foi me pegar na estação de transbordo 7:40, fui pra casa tomei um banho em tempo recorde, e ainda conseguir pegar uma parte ínfima do culto: 8:10 :D.



Beleza, joinha (Y).

Se servir de consolo, acertei 39 de 44 questões de Códigos e Linguagens, e pelo menos pude assistir o finalzinho do jogo num trailler na frente do ponto, e ver o meu time ser campeão brasileiro =D.
É a vida, é a vaca (que ainda está de cara feia pro pai...)

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

A Vaca e O Tempo.

Gente, há quanto tempo! ;x


Nossa, um tempão sem postar, heim? É aquele velho clichê - falta de tempo e de dinheiro (porque falta de tempo é dinheiro), falta de ideias, e de estímulo ( o que não significa que eu nesse exato momento tenha um).


Mas eis que estou aqui pra falar do tempo.


Dizem que o tempo é o senhor da razão, que é o melhor remédio - {xi, não caia nessa}. Nem sempre o tempo vai deixar as coisas melhores - ele é enigmático, e ao mesmo tempo tão exposto; é tão abafado, e ao mesmo tempo tão gélido - é frio. E mesmo parecendo mais uma daquelas frases feitas de que não devemos esperar que o amanhã, ou a felicidade cheguem e do "viva cada dia como se fosse o último" - o tempo realmente não pára, ele é apenas uma desculpa para tentarmos deixar a roupa de molho (mas perceba só que se deixarmos dois dias de molho, ela já começa a feder...)
Tem gente que diz "eu não vivo sem Fulano"; "Fulano é essencial pra mim"; "sem você, Fulano, eu morro".
Passa um dia, dois, três - nos primeiros dias parece que há todo o Pão-de-Açúcar em cima da sua cabeça.
Mas aí passa um mês, e você percebe que consegue ter uma vida "normal" sem o tal do fulano.
Poréeeeem, um belo dia você decide ver se esse antídoto funcionou. E não é que funcionou? O fulano também descobriu que poderia viver sem você; você já não fala tanto assim do fulano, e ainda percebe que o passado, por mais que não se possa esconder, pode ser esquecido, ou apenas ter sido vítima de um boa-noite-cinderela.


E é aí que a gata borralheira vai pro brejo, a Branca de Neve acorda com um tapa na cara; e o Lobo Mau só quer comer a vovozinha... E você? Você se lembra que é nada mais nada menos, que uma Vaca.


Ai ai,
é o tempo...

domingo, 13 de setembro de 2009

Quando você me olhou pela primeira vez - não, não foi amor à primeira vista - eu apenas fiquei sem graça. E fingi não perceber aqueles olhos que se voltavam na minha direção.
Da segunda vez, foi diferente... Quem olhava era eu, e tentava desta vez fingir que não olhava. Mas foi inevitável. E inevitavelmente, os olhares se cruzaram.
E, de um simples olhar, saiu um sorriso bobo, do nada... Até que algo puro e envolvente acontecesse. Sem data de início, ou previsão de término.
No entanto, apesar de não sabermos quando isso acabará, as coisas, as situações e circunstâncias mudam. Os olhares, ao acaso de acontecerem, já não se seguem de um sorriso bobo, e sim de uma dúvida: do que será o amanhã?

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

A Hora do Encontro é Também Despedida


Encontros e Despedidas. Uma música que gosto demais. Entretanto, sei que o título é triste em parte - durante toda nossa vida, temos tantos encontros, com pessoas que são simplesmente figurantes, outras que por hora ocupam um grande papel em nossas vidas, ou um papel de média duração. Mas o fato é que elas passam, nem que seja um dia, dois dias, ou talvez uma vida inteira. Elas passam. E a hora da despedida, para mim particulamente, é triste.
Por mais que não gostemos de alguém, e às vezes temos até o gostinho de tá ali pisando no calo dela. Mas quando esse alguém vai embora, se afasta, sentimos falta de não ter alguém para não gostar, alguém para pertubar, alguém para pisar no calo até sangrar. E então quando se gosta? A despedida torna-se inenarrável quando se trata de pessoas que um dia aprendemos a gostar, a zelar, nos acostumamos a ver constantemente (ou não). A despedida é triste, lamentável.
Essa música também me faz lembrar de uma música de Luiz Gonzaga, "A triste partida". Partir. É um dos verbos mais tristes que eu já vi, seja em Português, ou qualquer outra língua. Partir significa abandonar hábitos, pessoas, coisas, mudar o rumo de tudo, deixar.
E há ainda pessoas às quais só atribuímo-lhes valor quando elas ou estão perto de partir, ou já partiram, e aí é o mais difícil. Porque depois da partida, muitas vezes vem a saudade - e só aí percebemos o quanto aquele alguém era essencial (talvez não) pra gente.

Eu já tava com essa música na cabeça, desde que acordei, e agora ela "estacionou" na minha mente. Fui pra aula de teatro, tava tudo normal, super divertido, até que Carol, uma quase xará minha diz que talvez tenha que se despedir de nós. De cara, a gente brinca e tudo. Mas é claro que a gente sabe que mais cedo ou mais tarde, vai sentir saudade. Vai fazer falta.

E é isso.

Não sou tão sentimental quanto não pareço, mas você vai fazer falta, Carol. Pra você, a menina "pequena", do shortinho pequeno, do vestido mais pequeno ainda, mas da mente de gente grande. Ah e lembre-se "melhor ainda é poder voltar quando quero". Você tem um lugar cativo ♥ [Tiago diz: ou não. MUAHAHAH]
p.s.: não se sinta depois disso. ¬¬
(L)

terça-feira, 14 de julho de 2009

Eles são mais estranhos ainda - number two


É super engraçado quando as pessoas prestam-se a idealizar histórias de amor parecidas como as novelas. A mocinha e o mocinho se conhecem num dia de chuva; ele a molha todinha, ela se irrita, os dois se conhecem, apaixonam-se perdidamente; surgem os vilões, que acabam sendo exterminados e eles vivem felizes para sempre.
Mas sempre acredito que o que criamos é mesmo algo inexistente, que talvez queiramos que fosse verdade (não é, particularmente, o meu caso). Na vida real tudo é diferente. Talvez os protagonistas não se apaixonem à primeira vista...Talvez ao segundo, terceiro, quarto, quinto, ou milésimo olhar.
Talvez ela se apaixone primeiro, e ele daqui a um, dois meses depois... Talvez os seus vilões sejam eles mesmos, e muitas vezes nada é pra sempre.
Vocês acompanharam comigo, de perto, o prólogo de uma história de amor que se iniciou na verdade há 4 meses atrás. Ele se apaixonou 'perdidamente' por ela(eca, foi bem estilo novela mexicana, mas tudo bem); e ela, com sua fobia a compromissos e certos tipos de sentimentos, sempre fugia. Daí que sabemos que as pessoas nem sempre vão passar a vida toda a esperar por alguém, afinal, a fila anda e o vacilão roda (han han, muito brown ¬¬). Então eu, como conselheira amorosa, falei assim - começa a ignorar que ela vai se amarrar. Ele parou com as SMS's, de puxar papo no msn, de tantas outras coisas. E percebi que ela sentia sua falta. Ouvia o telefone bipando sem ter sequer mensagem alguma...Dizia que ele estava estranho. É, ela se apaixonou. Agora os dois estavam apaixonados. O que faltava? O problema é que a garota era (ou ainda é?) bipolar. E a indecisão foi um obstáculo quebrado graças a Deus!
Entretanto, costumo dizer que dia 06 de Junho de 2009, o destino se cumpriu. Sim, a consumação do delito! E eu, sempre acompanhando tudo de perto - no sentido literal da palavra mesmo -.
No dia seguinte, sua indecisão renasceu. Eu só faltei jogar uma pedra em sua cabeça, claro. Mas o clima foi mudando, e com ele os sentimentos. Os corações foram tomados de um sentimento que considero divino (e bota complicado nisso também ¬¬), o amor.
Hoje, dia 14 de Julho de 2009, faz um mês da oficialização de tudo - segundo Kennedy, um mês de muitos que virão; dessa união que tive o prazer de testemunhar.
Não ando tão bem com as palavras ultimamente, só gostaria de dizer que depois de conviver com isso, voltei a acreditar na força do verdadeiro amor. Capaz de mover barreiras, indecisões, pensamentos negativos de pessoas negativas. É um sentimento estranho, porém bonito.
E como o amor, eles continuam sendo estranhos pra cacete, viu?
Mas fazer o quê? Eu os amo, ora bolas! ;*


parabéns melga, e cicinho!

terça-feira, 26 de maio de 2009

É difícil você tentar escrever algo diferente, quando algo não sai de sua cabeça. E eu realmente não consigo. Essa semana vem sendo uma semana realmente muito cansativa para todos nós.
Uma coisa que acho bonita no ser humano é a capacidade de se unir em momentos críticos (que por sinal deveria acontecer não somente nestes momentos). Ontem no colégio, tive a oportunidade de participar de um momento bonito, de união. Confesso que por lá, isso é muito raro. - Os alunos e amigos de Loi se reuniram para orar, rezar, mandar vibrações positivas, ou qualquer outra coisa que se chame, por ele.
É engraçado e lindo ao mesmo tempo. Me pergunto por que só nos unimos nesses tipos de situações, ou pra macomunar contra outras pessoas... Só tenho é vontade de chorar quando abro o orkut, vejo as pessoas colocando fotos dele, comentando nelas, escrevendo sobre ele. Mas ao mesmo tempo fico meio perplexa com o fato de só nos importarmos de fato com alguém quando estamos correndo o risco de perdê-las ou quando já as perdemos.
E fico também encantadíssima quando vejo tantas pessoas torcendo por ele de uma forma fervorosa; eu vejo e sinto muita fé(nas pessoas que gostam dele DE VERDADE, e outras que muitas vezes torcem até sem conhecer - exceto nas que como já falei aqui, utilizam-se da história para preencher-se do ar que entra por seus umbigos). E eu tenho fé que ele vai se recuperar, e vai voltar e me falar talvez duas ou três palavras que me façam ter mil crises de risos; pra me mostrar seus brinquedinhos sexuais ;X ou até me ensinar a ser terrorista como ele.
Se a fé remove até montanhas o desejo é o que torna o irreal possível.
a propósito, isso é a sua cara - palhaço ><'



Hoje aliada ao meu poço de sensibilidade está a incrível capacidade das pessoas de distorcer os fatos! Dizem que a língua é mesmo um dos, senão o maior mal da humanidade.
Eu fico cada vez mais horrorizada com essas coisas que vêm acontecendo. As pessoas falam demais, falam cada vez mais coisas sem pensar; sem saber que aquilo de alguma maneira pode ferir alguém tragicamente.
O que culminou essa minha alta crise de estresse foi o fato de quererem matar alguém que nem sabemos se morrerá, e com fé em Deus não. Hoje milhares de pessoas chegam comentando "nossa, você soube? Loi morreu...". Inventaram que ele tinha levado três, quatro, cinco tiros...facadas... que tinha tido morte cerebral, que abriu o olho, que falou?!?!?!?
Essas coisas me revoltam e muito! Se não fica sentido, deveria-se pelo menos respeitar a dor alheia, não acha? E não inventar suspeitas fajutas e ridículas, só pra instigar a curiosidade dos outros e também alimentar o próprio ego?
Sinto muito, mas não é assim que a banda toca!
Pra tecer nem que seja o mais ínfimo comentário deve haver certeza do que se fala, ou responsabilidade para arcar com as consequências de tuas palavras.
Será que já não basta perceber que pessoas estão abaladas com a situação e ainda há certos tipos de gaiatos que apareçam pra fazer esse tipo de coisa? Eles deveriam é parar de ter essa mentalidade pequena, e ir tomar um nescau com mucilon, ou uma colher de sopa de biotônico pra ver se crescem!!
E quem não sabe nada, que se cale mil vezes!
:@

domingo, 24 de maio de 2009

É tão difícil entender a vida, e de tentar entendê-la foi que um dia desisti.
É engraçado. Irônico também, por sinal. A gente nasce, cresce, sai do colo da mãe, e se expõe a um mundo lá fora, cheio de cobras e lagartos. Pra algum dia, talvez, aprender ou pelo menos vir achar algum sentido na vida.
Muitas vezes não consigo entender porque temos que aprender com coisas tão duras...
Hoje recebi a notícia de que alguém que estava há exatamente um dia atrás conversando comigo... - Fazendo mais uma de suas palhaçadas, pertubando como sempre - tinha levado dois tiros, e se encontrava na cama de um hospital, em coma.
Primeiro, me deram a notícia de que havia morrido. Por sorte, não consegui acreditar... E não era mesmo verdade. Eu sentia que não.
Lembro que quando o encontrei no colégio na sexta-feira, eu senti algo estranho, mas ao mesmo tempo estava contente em poder revê-lo, apesar do pouco tempo de convivência, e até de não sermos lá tão íntimos.
E agora percebo o quanto a vida é estranha, mole e dura ao mesmo tempo. Estranha pelo simples fato de estarmos hoje aqui, bem e amanhã podermos nem estar... Mole, pelo fato de parecer ser boa somente com alguns e por amolecer meu coração diante de certas situações. Dura, principalmente, pelo fato de nos ensinar que é preciso saber viver da forma mais fria, difícil e cruel possível.
Entretanto, vivemos na esperança de dias mehores, e de sermos "melhores no amor, melhores na dor, melhores em tudo...".

Eu sei que Deus é bom, e sabe o que faz: confio em ver você bem de novo e ouvir suas piadinhas, Loi. E como você mesmo me disse: "eles não sabem viver sem o meu brilho" - é, nós não sabemos.

domingo, 17 de maio de 2009

E ela disse assim: Por favor, não minta pra mim.

Mentira vem do ato de Mentir que é um verbo intransitivo que segundo o dicionário é faltar à verdade; dizer falsidades; iludir.


Fico imaginando como para um dicionário é tão mais simples definir uma Mentira. Já para mim, não é bem assim. É difícil distinguir verdades de inverdades, saber se posso confiar, acreditar e dar ponto. Eu sei sim, o quanto também é difícil confiar em alguém, sempre lembrando do que sempre falo (ok, é muita redundância de minha parte) - não somos confiáveis. Entretanto, há uma grande necessidade em se depositar nas pessoas uma certa confiança. Só que quando dou de cara com Mentiras, é como se eu me encolerizasse, e essa cólera sugasse as minhas energias como uma muriçoca que tomou red-bull!!
Tem gente que diz que não mente: "apenas omite". Mas será que postegar uma verdade não seria o mesmo que valorizar uma inverdade? Há coisas que realmente deixam a minha mente pisciana um tanto pouco mais confusa que o normal.
Na verdade, é muito difícil você tomar conhecimento de uma coisa, por hora omitida, através de terceiros: é que nem o corno - o último a saber. E há certas horas que realmente não há necessidade de se omitir, ou mentir. Ou confia, ou não confia. Ou se doa, ou não doa. Ou é dois, ou é vinte e dois!
Se é pedir um pouco demais, eu quero uma vida de verdades, não uma vida que eu idealize, e não seja como eu penso. É como aquela super batidaaaaaaaaaaaaaaaça frase de Bob diz: "Me machuque com a pior verdade, mas não me engane com a melhor mentira" - me fira, me ulcere, me corte em pedacinhos com palavras salgadas; mas não me faça viver uma coisa que eu sei que não existe.

E ele disse: eu juro por Deus.

(Ok, depois eu comento sobre essa.)

Eles são mais estranhos ainda..

Sabe aquele tipo de pessoa que você parece que conhece há uma eternidade? Assim é Milsinho.
Sabe aquele tipo de pessoa que apesar de falar nada com nada você consegue amar do mesmo jeito? Assim é Melissa. E são duas pessoas que realmente me impressionam. Acho que são a verdadeira prova de que o impróvavel, quando Deus quer, pode sim acontecer.
Dela, partiu uma vontade imensa de mudar seu interior, de se melhorar. As paixões fugazes de nada lhe satisfaziam. E ele, foi aos poucos se encantando pelo jeito, pelo ar da graça desta criaturINHA, tão meiga e confusa.
Os dois vivem me fazendo de pombo correio. Me finjo de difícil, ok? (H). Mas não nego o prazer que tenho de fazer isso, pois com sinceridade, desejo a felicidade de ambos; porque sei o quanto merecem.
E pra acabar a babação de ovo, quero também dizer que vocês são estranhos, pra caramba!
E me assustam sempre!!!
A bipolaridade de Melissa, sempre me assusta. Assim como o excesso de alegria de Milsinho, e as caras que ele faz quando toca. (Mas isso não vem ao caso).
E quando estão juntos, os dois conseguem me deixar sem jeito. Ainda não é uma história completa, pois como os mesmos dizem, falta uma concretização (o que na minha humilde opinião é = consumar o delito! MUAHAHAH) {tenho certeza que melissa iria dizer: karol você é poôoooodre} ( e ele iria dizer: fritas, você está frita!}

No mais, estou aqui.
E se preparem, porque sempre que olhar pra vocês
vou fazer a minha típica cara de emoticon após queda de msn!

beijos, sem mais!!

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Eles são estranhos.

Eles vivem brigando o tempo todo feito gato e rato, cão e gato.
Segundo observadores, no meio de um papo sério, ele faz uma piadinha, e ela abre o sorriso de "orelha a orelha". Ele tem mania de achar que é o centro do mundo; e ela, de colocá-lo no meio.
Para a Vela de Esquina, são duas crianças que esqueceram de crescer; ele lhe dá um murro, e ela distribui tapas gratuitamente.
Ele diz: essa poha quer ser indígena.
Ela ri.

domingo, 10 de maio de 2009

pfffffffffffffffffffffffffffffffffffff.

Cara, eu JUUUUUUUUUUUUUURO que tento amar todas as criaturinhas de Deus, mas tem hora que você não aguenta mais, não é? ¬¬'
Hey, eu estive pensando no quanto eu ODEEEEEEEEEEEIO MOOOOOOOOOOOOOOOSCAS.








Sim, eu as odeio.


Ontem (ou seria hoje?), por volta das três da manhã. Cá estou eu, tentando terminar de ler "Fortaleza Digital" de Dan Brown (aproveitem, e tomem isso como uma indicação :D ) quando eu ouço um som conhecido, tipo zZzzZzzZzzZz. E após alguns angustiantes segundos, eis que encontro a disgramada da moooooooooooooooosca. Fiquei encarando. É, encarei. Queria que ela se tocasse! Poxa, será que ela não percebia que estava me incomodando?!!? HEEEEEEEEEEIM?! Esperei ela se tocar.... Não se tocou (y)

Eu então, num ímpeto mortaaaaaaaaaaaaaaaaaal ME ABORRECI!
E apareceram então MAIS DUUUUUUUUUUUUUAS MOSCAS!

Eu pensei: "caraa, joguei pedra na cruz! Só pode!"
Lembrei-me de uma frase que uma amiga pôs em seu blog: "Palavras soltas, pensamentos livres". Eu sabia que aquilo ia me fazer pensar em algo. Logo, lembrei da propaganda "Eno Guaraná - É alívio Já". Mas é claro e evidente que não tinha nada a ver ¬¬'. Até que lembrei-me de: "Baygon, Barata. Baygon, Barata Morta".



TCHAAAAAAAAAAAAARAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAN!



Aqui em casa só tinha SBP, mas tudo bem... Matei-as (y). Sem dó nem piedade.
Tava aqui nestante fazendo um resumo, apareceu outra. Usei a mesma tática. Apesar delas ficarem ainda naquele ZzZz triste, morriam logo em seguida *---*

Meu Deus, quão horrorosa sou eu?! Me tornei uma serial killer de moscas!

São coisas da vida... Fazer o quê? :/

sexta-feira, 17 de abril de 2009

A alguns agrestes-cavalo de distância daqui...

Hoje meu tema é Realista/Naturalista. Uma análise do comportamento humano, melhor dizendo, do comportamento de um ser estranho, Bárbara Gabriele Tavares Silva.






Satisfação :D
Imagine algo doce feito mel, e delicada como um "giló": assim é ela.
Tudo é belo, a vida é bela, as pessoas são belas. E de repente, não mais que de repente, o mundo é feio, e as pessoas, mais feias ainda. Ela se estressa por bobagem, segundo Alberis Melo, é "agreste-cavalo", e numa luta, até Arcelino Popó Freitas perderia pra ela (Sério Mesmo!). Já para Mike, a Babi é chata, besta e insuportável...
Porém, contradizendo ao seu próprio comportamento, ela consegue ser doce, amável e carinhosa com quem gosta de verdade (err...nem sempre). Digo sempre que ela é um caso que desafia a medicina, e as leis da física, química, e não sei mais o quê...
Mas o fato é que apesar do seu jeito bipolar de ser, ela é generosa, amiga, e confiável.
Ela é um protótipo imperfeito do ser humano (partindo do ponto que não há ser humano perfeito...), "ela une todas as coisas" necessárias numa pessoa.

Ela é demais.
Sem mais ;*

domingo, 12 de abril de 2009

Páscoa.


A vida é estranha, e as coisas são mais estranhas ainda. O ser humano, na verdade, que é um bicho estranho... Costumamos estipular datas do ano para "confraternizar", enquanto nos outros dias desconfraternizamos, trocamos elogios não muito agradáveis, xingamos, choramos (Mas é claro não esquecendo dos bons momentos...). Porém o que aconteceu da última vez, fugiu ao convencional...Não sei o que houve, mas brigamos justamente onde talvez nem devêssemos brigar, trocando farpas e declarações pouco amistosas... Mas o mais engraçado, é que acima das nossas dificuldades, nós nos amamos (salvo alguns casos...). Isso é irônico, e ao mesmo tempo mágico: pois apesar de tudo que passamos, sabemos que na hora do aperto, teremos sempre uma a outra pra se apoiar... (Mesmo que THAIS MARINHO fique com vergonha de nós ;O )
Quero dizer que mesmo com tantas farpas trocadas, isso tudo acabou servindo de grande aprendizado pra mim, pelo menos, e acho que para todas nós...A páscoa desse ano serviu para que eu pudesse perceber o real significado da Páscoa: A passagem... Que tudo é passageiro, não só os momentos ruins, quanto as más fases. Mas o mais importante é que continuemos firmes, fortes e ironicamente unidas...Afinal, nem sempre é so easy se viver...
À vocês, minhas ACE's :*

domingo, 5 de abril de 2009